31 janeiro 2011

A Morte sobre nossas Cabeças

Mais uma vítima fatal ocasionada pelo descaso de nossos governantes. A marquise de um prédio do centro de Santos, litoral de SP, caiu neste sábado sobre um jovem que seguia para o trabalho. Fiz uma pesquisa rápida na Internet e relembrei de casos recentes ocorridos no Rio de Janeiro, em São Paulo, em Londrina no Paraná, todos com vítimas graves. Quando um acidente destes não mata, amputa membros.
Então eu me faço algumas perguntas;
Por que os construtores ainda insistem em colocar marquise em suas obras? Eles sabem que um detalhe destes implicará em manutenção permanente!
Por que as prefeituras ainda autorizam a construção de prédios com marquise? Todos sabem dos riscos destas lajes suspensas sobre as cabeças das pessoas nas calçadas;
A quem compete a fiscalização das marquise existentes nos prédios das cidades? È tarefa da prefeitura ou dos bombeiros? Porque parece que ninguém a faz!
Se você souber algumas destas respostas, por favor me diga
Enquanto isto, vou evitar de passar em baixo destas assassinas. Ou os assassinos são aqueles que as colocam lá e aqueles que não fiscalizam sua manutenção?
Gosto de dar minhas sugestões sobre os problemas que discutimos aqui, então lá vai:
  • Lei municipal proibindo a construção de marquises nos prédios novos.
  • Determinar a retirada de toda marquise existente em área de circulação de pedestres ou a manutenção trimestral das marquises que não puderem ser retiradas, o que implica em fiscalização atuante, constante e severa.
Afinal quantos mais terão que morrer esmagados para que alguém resolva o problema?


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